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EPICA: Banda participará de Festival na África!

De : Geann
Hoje a Banda anunciou em sua Página Oficial do Facebook que irá participar do Maior Festival de Metal da África! O Witchfest Festival acontecerá nos dias 2 a 6 de Abril de 2015 em Pretória na África do Sul! E contará com diversas Bandas de Metal e claro,não podia faltar o EPICA.


Os ingressos estarão disponíveis para vendas a partir de 16 de Setembro.

Amy Lee: "Fiquei super enjoada sendo o centro das atenções"

De : Sara Sthefany
Se você acha que já ouviu tudo que Amy Lee tem a dizer, você provavelmente não prestou atenção. Durante a década como a vocalista (e centro das atenções) do Evanescence, ela provou umas e outras vezes que tem muitas opiniões – tudo que você precisa fazer é perguntar.

Então foi o que fizemos. Na primeira parte da entrevista da Rolling Stone com Lee, ela opinou sobre o futuro de sua banda, sobre tornar-se mãe e sobre o lançamento de seu primeiro álbum independente, Aftermath, para 25 de agosto. Agora, na segunda parte, ela fala sobre deixar o passado para trás, criar novas músicas e cair na estrada como artista solo.

“Eu tenho muito a dizer, eu acho”, ela ri. “Há um bom tempo não sou entrevistada”.

A música de “Aftermath” é diferente da do Evanescence. Isso foi intencional ou só o resultado de trabalhar num filme como “War Story”?
Eu queria que fosse completamente diferente. Eu não queria que fosse como a do Evanescence só porque trabalhei nele, eu queria que as pessoas vissem meus diferentes lados. Compus música durante todo esse tempo que ninguém escutava além dos meus amigos e ainda quero fazer algo com elas em algum momento. Mas é uma das minhas primeiras oportunidades de mostrar meu outro lado, e isso definitivamente mostra os mesmos sentimentos que eu tinha no Evanescence, mas instrumentalmente. Não é nada mainstream; sinto que sempre deixei claro que o Evanecence fazia jus ao meu espírito e coração e que eu não estava simplesmente tentando fazer hits. Mas ao mesmo tempo estávamos numa gravadora, precisava ter um single, algo tocando na rádio, todas essas coisas. Foi legal estar livre de todas essas coisas e fazer uma obre de arte. Três músicas desse álbum são músicas mesmo, porque a maioria delas é instrumental. Parecem-se mais com a música que escuto agora. Uma é tipo árabe, outra é uma bem dançante e a outra é – eu nem sei o que é, é eletrônica.

Espera aí, tem uma música em árabe no álbum?
Não canto em árabe. Falaram, “precisamos de uma música com um pouco de música do mundo (world music)”, mas não foi usada no filme. O outro colaborador, um cara chamado Chuck Palmer, fez a maior parte da percussão, engenharia e produção de muita coisa. Enfim, ele fez um loop de bateria na música, e tinha um cara que tocou um instrumento chamado oud, é tipo um alaúde ou bandolim antiquado. E o Dave era o líder da coisa toda, “Certo, tem essa cantora Malika Zarra, ela é muito legal e vou ao outro cômodo e vocês vão ver coisas legais vindas dela”. Então, eu estava com essa garota que não tinha a menor ideia de quem eu era e eu disse, “compus uma letra em inglês, e sei que você fala árabe, você pode usá-la como base, apenas vá lá e mude a ordem, improvise o quanto quiser, apenas cante”. Então, ela foi lá, ela tem uma linda voz e cantou por uns 20 minutos. Fizemos isso duas vezes, e a treinei em algumas partes, para obter mais material, e depois levei tudo para casa e deixei ganhar vida no meu estúdio. Nunca mais a vi, mas à medida que eu ouvia a voz dele, eu ouvia momentos incríveis, então eu ia recortá-los e coloca-los na música. Trabalhar com um artista numa capacidade como essa foi muito, muito bacana.


Você pegou inspiração de algum produtor com quem trabalhou anteriormente?
Só em mim. Estou tão acostumada a mixar meus próprios vocais, produzir e escolher as gravações que foi muito natural. Foi divertido, só foi um processo muito estranho criar uma melodia de um monte de gravações da voz dela e fazer uma música a partir disso. A experiência toda veio a partir de pensar fora da caixa e é por isso que amo trabalhar com o Dave, porque ele vem com uma, “eu conheço um cara que toca…” e depois fala o nome de um instrumento do qual nunca ouvi falar.

Então, quando você estava criando algo como isso, você pensou sobre o passado?
Passa pela minha cabeça de um jeito positivo, tipo quando eu compunha “Lockdown”. No final, pensei, “Sabe do que isso precisa? Bateria e guitarra”. Então pensei no meu passado em estágios criativos, porque eu estava apenas focada em agradar a mim mesma e fazer a coisa certa para o filme. Isso sempre será a raiz. Meu mantra é: “Se eu faço algo que amo, outras pessoas vão amar”. Não posso pensar no que todos querem porque sempre haverá pessoas que vão criticar o que você faz. E você só tem que estar bem com isso porque se você está tentando agradar todo mundo, vai acabar agradando alguém, mas não se você agradar a si mesmo, depois você vai com raiva. Tenho orgulho de dizer que posso escutar toda a música que fiz desde o começo e gostar dela. Sempre gostei.

Você planeja tocar essas músicas ao vivo?
Não pensei nisso. Eu totalmente tocaria e provavelmente vou. Há muitas músicas que fiz por diferentes razões e toquei ao vivo, como “Find a Way”. Toquei bastante para os meus fãs; eu gosto muito da oportunidade de ganhar as pessoas logo de cara. É a coisa mais legal do mundo.

Por esse motivo, você se importa com o que as pessoas acham da sua música?
Se me importo? Bom, é sempre legal quando elas gostam, mas nunca faço música por esse motivo. Eu acho que nossa indústria está cheia disso, e sempre sai algo “não muito genuíno”. A única coisa que quero ser é real. E se eu faço algo que amo, eu sei que há pessoas como eu que vão gostar também.

Você percebeu isso cedo ou tarde na sua vida?
É engraçado, porque eu sempre pensei desse jeito. Quando “Fallen” foi lançado, foi tão rápido e eu tinha 21 anos, então fiquei super enjoada sendo o centro das atenções; é tão chato e vazio. Minha vida não é tão interessante assim, não tenho superpoderes. Eu amo música, amo pintar, tem outras coisas legais sobre mim [risos]. Mas depois de uma hora de conversa, eu não tenho nada a dizer e quero falar sobe outra coisa!

Qual o segredo de cederem o banco do metrô quando se está grávida?
Ah, você aprende. Quando se está grávida de verdade, é preciso se sentar. Não é preciso pedir, “Você pode sair do seu banco, por favor?” Então eu nunca peço. O procedimento é entrar no trem, aguentar o quanto puder, esfregar sua barriga um pouco, começar a parecer desesperada e alguém vai ceder seu lugar. De um modo geral, nova iorquinos não são tão idiotas.

Nightwish: Novo clipe ao vivo de "Planet Hell" da Turnê Imaginaerum

De : Geann
A Banda liberou nessa Terça-Feira (12) um clipe ao vivo da música "Planet Hell" pertencente ao álbum "Once",que foi lançado em 2004.Eles ainda anunciaram em sua página Oficial do Facebook que irão liberar mais 4 clipes especiais com curiosidades da última turnê!


Entrevista Exclusiva com Fernanda Hay da Overdrive

De : Sara Sthefany
Entrevistar alguém nem sempre é um trabalho fácil pra mim. Primeiro preciso lidar com a insegurança de chegar na lata e pedir uma entrevista, e se eu levar um fora??? Segundo: já repararam o quanto essas vocalistas são lindas? Você se sente extremamente intimidado pela beleza delas. Terceiro: e se a pessoa topar a entrevista o que acontece?? É o momento do surto. Do mini Heart Attack. Do "mãaaaaaeeee a Fernanda Hay me respondeu, to morrendo, to chorosa, to abaladíssima, to no chão". E é assim a cada nova entrevista pois você não sabe o que esperar das respostas e sempre são coisas surpreendentes. 
Agora imagine: talento, simpatia, beleza, sensualidade e tudo com um estilo de cair o queixo em uma pessoa só?? Apresento a vocês Fernanda Hay da banda Overdrive. Vem cair o queixo com a gente.

1- Qual o conceito central do álbum OVERDRIVE?
-Apesar de não haver de fato um fio conector entre as músicas, as temáticas giram em torno de um eu lírico que quebra alguns “pré conceitos” estabelecidos pela sociedade em geral e que começa a se questionar e confrontar alguns pensamentos, tentando ver o mundo com seus próprios olhos. Por vezes de maneira empírica, por vezes num questionamento profundo no seu mundo das ideias, sobre temas diversos, envolvendo objetivos de vida, barreiras psicológicas, sexo e sexualidade, etc..

2- O estilo de vocês é bem original. E muito disso se atribui à sua potência vocal. Qual o principal cuidado para manter esse vozeirão??
-Ual, será mesmo? Bom, o legal da banda é que todos nós somos bem ecléticos, apreciamos estilos musicais diversos e acho que essas influências acabam falando por si só nas músicas, dando uma sonoridade com cara de OVERDRIVE. (hehe) Mas obrigada pelo “vozeirão”!!  ( \o/ )
Bom, faço exercícios vocais diariamente, mas acho que apesar de toda técnica e estudo, o que na verdade mais importa mesmo na hora de cantar é falar com vontade e “coração aberto”, é QUERER comunicar e comunicar algo que faz sentido pra você cantor ou para você personagem que está interpretando um texto, uma ideia, uma história.. (^^)

3- Love Tricks é extremamente viciante. Na minha opinião tem uma pegada meio Bossa-Rock. Qual seu ponto de vista sobre a canção??
- Bossa-Rock? Olha só, gostei! (haha). Pra ser sincera,  Love Tricks foi uma das musicas que eu mais demorei pra me sentir confortável e achar um sentido que casaria com a cor da música na hora de interpretá-la e fazer a letra. Mas depois de pensar em mudar andamento, tonalidade, tudo que se pode imaginar, ela acabou mantendo a ideia geral que o nosso super guitarrista Luís Follmann trouxe. Quando eu entrei na banda já havia trechos de outra letra nessa musica, algumas coisas se mantiveram (o nome por exemplo), acrescentei uma temática de alguém se descobrindo, descobrindo desejos, vontades, experimentando sensações.. Acabou virando de fato uma música envolvente, adoro a mudança que ela sofre das estrofes para o refrão, é crescente e libertador! ( =D)

4- Qual sua música favorita no álbum e porque??
Aaaaai, não mande mamãe escolher seu filho favorito! Quando estavam sendo feitas, eu responderia na mesma hora que é a Traitor Troop. Depois me apeguei profundamente a todas, poxa! Mas se fosse para escolher uma, acho que seria a The Cave, gosto da mensagem dela! A letra foi baseada na Alegoria da Caverna de Platão, uma releitura claro, mas o fio condutor veio de lá, daí o nome inclusive. Aquela ideia de ver o mundo com os próprios olhos, ser responsável pelas suas escolhas e estar preparado para dar suporte às suas ideias quando te chamarem de louco (“Your own lens are leading you through”). Sem contar que a composição é fantástica, com momentos mais fortes, mais suaves, mais fritados, modéstia parte, os meninos tocam DEMAAAAIS! 

5- Há alguma vocalista brasileira que você deseje fazer um dueto??
-Poxa, será que cabe a lista toda? O Brasil está repleto de mulheres INCRÍVEIS, não cabe nem citar todos os nomes, mulherada está marcando presença forte! ORGULHO! Mas poxa, as que eu escutei desde pequena são a Dani Nolden e a Daísa Munhoz, maravilhosas, seria muito legal!! As meninas que eu tenho acompanhado o trabalho mais de perto é a Juliana Rossi, uma maravilhosa que canta muito; a Mizuho Lin, minha conterrânea japa, queridona e linda e a Stefanie Schirmbeck, outra maravilhosa que conheci na época que gravou com o Hangar; tem outra voz incrível que poucos conhecem a Lane Lothlórien, até onde eu sei, ela não tem trabalho autoral, mas além de ser uma doçura sem tamanho é dona de um timbre lindo, ia amar cantar uma com ela.  Já imaginou fazer uma música com todas elas e todas as outras brazucas incríveis? Sempre quis fazer algo assim e tentar converter o lucro da venda do single para o ensino de música nas escolas públicas. Podem falar que muita gente precisa comer mais do que estudar música, mas digo uma coisa, melhor que comer um prato de comida hoje é poder comprar a comida amanhã!  SER músico, dificilmente te deixa financeiramente rico, mas o estudo da música, além de ajudar sim na capacidade intelectual, também abre mentes e constrói pensadores, pensadores estes que podem ser grandes profissionais e pessoas (do meio artístico ou não) amanhã. Só o fato de conviver com esse tipo de sinestesia e dar sentido a sons, sensações, já é demais (músicos experimentais, contemporâneos, da contra-estética... Não me xinguem – obviamente estou sendo BEM superficial, ok?). =p

6- Quais são seus planos musicalmente?
- Poder continuar fazendo arte, por enquanto, essa é a minha ambição! Comunicar, expressar, confrontar pensamentos.. Acho que temos um time muito incrível na banda e estamos vivendo só o início de uma longa história! 

7- Quais são suas influências? Quais são seus cantores/bandas favoritos?
-Difícil, heim? Gosto de MUITA coisa. Mas O cara e A banda que mudaram minha vida, foi Bruce Dickinson e Iron Maiden (hehe). Se eu for explicar banda por banda, vai virar uma monografia, então vou apenas soltar nomes, cada um deles com sua devida importância: Pink Floyd, Etta James, Symphony X, DIO, Dream Theater, Lenine, Djavan, Humberto Gessinger, Engenheiros do Hawaii, Ella Fitzgerald, Clube da Esquina, Amon Amarth (tenho escutado muito ultimamente), Zakk Wyld, Johrn Lande, Metallica, Diana Krall, Tom Jobin, After Forever, Christina Aguilera, ... A lista é longa. 

8- Através das redes sociais, é possível ver que você sempre interagindo com os fãs. Você sente que eles são influenciados por você e o seu trabalho? E como você se sente diante a isso?
- Eu tento o máximo possível responder ao pessoal, acho esse contato delicioso, mas é difícil acompanhar tudo, esse ano principalmente, estou com o tempo curtíssimo, mas sempre que tenho tempo, eu respondo! Se são influenciados? Poxa, acho que tudo que interage conosco na vida, de certo modo, gera algum tipo de influência, seja tanto fortalecendo ou enfraquecendo seus pensamentos antigos, como criando pensamentos novos (que concordem ou discordem da coisa em questão). Mas obviamente umas coisas exercem tipos de influência mais fortes que outras (que podem ser quase insignificantes, inclusive). Acho isso fantástico, é incrível participar um pouco mais diretamente desse processo de construção (ou desconstrução) de pessoas, fazer parte! Se me permite dizer, compartilhar esse tipo de experiência/momentos com os outros é o que há de mais delicioso, às vezes não se precisa estar presente em carne, apenas em “ideia”, compartilhar vida! Adoro!

9- Como é escolhido o setlist da Overdrive? Vocês costumam fazer covers?
-Isso é um mistério, fazemos uma lista, se alguém quer mudar alguma coisa, explica o porquê e vamos adaptando. Mas não há muita neura nessa questão não. Quanto aos covers, depende do tamanho do show, se é um show curto, tocamos só as próprias, mas como a banda é bem nova, nosso repertório próprio dura em média 1hr e pouco. Para shows maiores, há a inclusão de covers sim, com o tempo haverá mais material nosso suprindo essa hora a mais.

10- Infelizmente nosso país não tem muito espaço para bandas de rock/metal. Não tem espaço para música boa na verdade. Como se sente em relação a isso??
-Acho que em lugar algum há espaço para nada, tudo tem que se construir. Algumas construções levam mais tempo, outras menos, isso é fato. Digamos que o Rock/Metal é uma das que leva mais tempo, mas em compensação o publico é muito receptivo e fiel! Como me sinto em relação a isso? Já fiz minha escolha, SIMBÓRA GALERA! (hehe) 

11- Qual musica mais marcou sua vida?
-Hallowed be ty name, do Iron Maiden. Sem dúvidas é a música da minha vida, até resolvi tatuar um trecho "life down here is just a strange illusion". Cresci escutando coisas de primeira, meu pai colocava Pink Floyd no último e ficávamos “pirando” durante o final de semana, mas foi depois do meu irmão me mostrar o The Best of The Beast do Iron Maiden que a minha vida mudou, alucinei. Meu pai me deu o The Number Of The Beast logo em seguida, o escutei durante alguns meses pelo menos umas 4 vezes por dia (com repeteco da Hallowed Be Thy Name), até comprar meu próximo (e próximo e próximo...)do Maiden (não sei como não furou) e tantas outras bandas fantásticas, me orgulhava da minha coleção de CDs (pena que hoje em dia é tecnologia quase remota). Guardava o dinheiro do lanche na escola (isso que eu era gordinha, alucinada em comida e na época o espetinho era um real! Hahaha) pra comprar CDs, mais tarde para comprar minha primeira guitarra (onde minha história com a música começou a ser levada mais a sério).


12- Rapidinhas (uiiii)
1- Seu signo: Gêmeos 
2-Esporte favorito: Musculação (tem gente que fala que não é esporte), eu corro bastante também e amo montanhismo e os que envolvem natureza.
3-Cor preferida: Vermelho
4-Que prato deveriam aprender a cozinhar com você?: Difícil, não é a toa que já pesei 98kgs. Modéstia parte, cozinho muito! (=p) Mignon na mostarda, talvez...
5-Filme que mais gostou: Star Wars (não me faça escolher um episódio), Contato (tem uma cena que é impagável) e Amor além da vida (chorei horrores).
6-Música que cantaria em público: Todas que der vontade, uai. O que vale é sentir o momento! (\o/)
7-Seu pior defeito: Perfeccionista?
8-Sua melhor qualidade: Amor fraternal "sem lemetez".
9-Seu ponto fraco: Soco no estômago, conta? 
10-O que te irrita: Muito difícil, alguns amigos já fizeram campeonato para ver quem conseguiria me irritar. Ninguém ganhou. Há coisas que me deixam chateada, mas não irritada. 
11-O que te deixa feliz: Fazer os outros felizes.
12-O que te causa medo: Que nunca mais seja feito um novo seriado de Star Trek, ou que seja feito e mudem a abordagem (como fazem nos filmes ¬¬). MUITO MEDO! (=X)
13-Que frase vive repetindo?: Estou com fome.
14-Que conselho daria a si mesmo?: Pense menos, sinta mais.
15-Para quem ou para que, vc não tira o chapéu?:  Ferenguis! Salve um ou outro. 
16-Um talento seu que ninguém descobriu ainda: Achar buracos de minhoca engolidores de tempo, quando vejo, lá se foi 4horas do meu dia, malditos buracos. 
17-Qual foi o seu maior mico?: Vou ficar devendo essa, não lembrei de nada! (=X) Mas tenho certeza que há incontáveis.
18-Atividade que mais te dá prazer: Conversar com pessoas incríveis. (presencialmente ou através de arte também funciona – livros, música, poesia ...)
19-Um lugar: Rivendell
20-Qual a mensagem que vc gostaria de deixar para a posteridade: Não te disse? Toca aqui! o/ (taca-le pau nesse hi-five, Nanda veia!!). 

13- Gostaria de agradecer a entrevista e a simpatia pela qual fui recebida. Sabemos que muitas vocalistas não são tão acessíveis. Deixe uma mensagem aos seus fãs :)
-Imagina, queridona! Não há mesmo o que agradecer!  Eu que agradeço pelo carinho e fofura! (^^) Galera, queria muito agradecer por esse calor que vocês nos dão, é incrível! Tenham certeza que é combustível para novas produções e incentivo para seguir em frente, vocês são demais!  Obrigada! (XD)

Keep overdriving! \m/

Quer conhecer a Overdrive?? Acesse:

Entrevista, edição e editorial por Sara Sthefany (equipe Deusas do Rock)

Amy Lee: "Eu não tenho nenhum plano de fazer qualquer coisa com a banda"

De : Sara Sthefany
Confira a tradução da entrevista feita pela revista Rolling Stone com Amy Lee:



“Com o nascimento de seu primeiro filho e lançamento de novo álbum solo, Amy Lee inicia próximo capítulo de sua vida”

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Quando Amy Lee convidou Rolling Stone para sua casa no Brooklyn, no mês passado, ela não tinha certeza de que viria primeiro: a trilha sonora de “War Story” em que ela vinha trabalhando há quase um ano, ou o bebê que esperava com o marido Josh Hartzler.

Acontece que seu filho, Jack Lion Hartzler, venceu por pouco mais de uma semana.

Lee tornou-se mãe em 28 de julho; em 6 de agosto, ela anunciou Aftermath, um álbum que ela gravou para War Story com violoncelista Dave Eggar e uma série de outros músicos. É previsto para 25 de agosto, e que não é somente o primeiro lançamento de Lee desde o álbum auto-intitulado do Evanescence de 2011, mas seu primeiro como artista independente… o resultado final de uma ação que moveu com o ex-gravadora da banda, Wind-Up Records.

Nesta entrevista exclusiva, Lee discute maternidade, declara sua independência e detalha o futuro do Evanescence.

Você passou quase um ano trabalhando em War Story. Como foi a experiência de fazer um álbum diferente do Evanescence?
Este processo foi único, mesmo para a indústria cinematográfica, pois foi super indie. [Dave e eu] tínhamos uma ótima relação com o diretor Mark [Jackson], e ele vinha e ouvia nosso trabalho e nos falava se estávamos no caminho correto, nós tocávamos e nós alimentávamos do trabalho um do outro. Partimos do zero, o diretor veio até nós e nos forneceu um roteiro “Ok, eu quero que você façam os ouvintes sentirem essa gama de emoções, façam o personagem se sentir sozinho e isolado.”. Ter esse ponto de partida de fora é muito legal porque obriga você a escrever de uma maneira diferente, eu senti como se estivesse usando uma zona diferente do meu cérebro.

Como você descreveria o filme?
Para mim é muito obscuro. Estamos chamando o álbum de Aftermath, em parte, porque o próprio filme é sobre as consequências, não é sobre a guerra. É chamado War Story, mas você nunca vê qualquer guerra. É sobre as consequências do seu lidar com a tragédia que ela testemunhou. E então, o álbum está nos jogando com as conseqüências de fazer música. Provavelmente metade das músicas não estarão no filme. Esperamos que vocês possam ouvi-lo [o álbum] e senti-lo.


O que neste projeto chamou-lhe a atenção?
Eu sempre quis trabalhar na produção de uma trilha sonora, é apenas difícil encontrar a oportunidade certa quando se tem essa grande bagagem de personalidade já conhecida. Não me interpretem mal, eu não estou falando que os outros trabalhos soaram como ”qualquer coisa”, mas quando alguém quer me usar só pensam em mim como uma estrela do rock ou uma cantora gótica, mas eu faço muito mais que cantar. É difícil falar “Eu quero menos, eu não quero ser o centro das atenções, deixe-me te mostrar o que eu posso fazer como programadora, produtora ou arranjadora.”. Você entende, não foi como chegar e cantar a canção para o filme. E neste projeto eu consegui isso.

Você sente que está definida pelo seu passado?
Pessoalmente? De modo nenhum. Eu não me sinto como se eu fosse duas pessoas distintas. Eu nunca senti como se estivesse jogando um papel que você acabou de acabar. É engraçado, as pessoas ainda falam sobre “My Immortal”, e é maravilhoso, ela é tão legal,mas ela aconteceu quando eu tinha 14 ou 15 anos. Quando eu escrevi “Bring Me to Life” Eu tinha 19 [risos]. Imagine as coisas que você pensou, a maneira que você agiu ou falou aos 19 anos. Mesmo a maneira que você processar relacionamentos e tudo cresce a partir daí. Eu sou muito mais madura e complexa, eu tenho muito mais a dizer.
Eu estaria mentindo se não admitisse que há coisas no Fallen ou o que fizemos antes disso, o Origin, que me faz estremecer. É embaraçoso. Principalmente o conteúdo lírico, oh meu Deus, é como o meu velho diário. Mas eu posso abraçar essa inocência, porque eu nunca vou ter isso de novo, é especial.

No início deste ano você moveu uma ação contra sua antiga gravadora. O que você pode nos dizer sobre os fatores que levaram a uma ação judicial?
Eu não posso dizer nada de negativo. Eu tive que assinar um acordo de não-divulgação, e isso é a única coisa que ainda me liga a gravadora. Há sempre frustrações quando você não está no controle completo de seu projeto. Tudo é uma colaboração, mesmo este projeto, nós tínhamos alguém para agradar, algo que precisávamos para trabalhar no sentido de que alguém precisa aprovar antes de lançar. Mas, o que tem sido diferente sobre este projeto é que todo o processo foi muito criativo, o diretor era uma pessoa criativa, ele queria que nós fôssemos tão estranhos e criativos o possível, fizemos as coisas do nosso jeito. Em vez de ter um plano de conjunto que um milhão de pessoas fizeram antes e tentar forçar-nos por esse caminho.

Quais foram as consequências do acordo?
Tudo ainda é o mesmo por mim, por exemplo, quando alguém compra o Fallen o dinheiro vai para uma nova empresa. Meu catálogo está sobre propriedade da Bicycle-Concord agora, e eles são ótimos, então não há nada de diferente. Mas meu futuro é meu, então qualquer coisa que eu fazer a partir daqui para a frente é para mim, e é incrível.

Então, o que tudo isso significa para o Evanescence?
A situação é que não estamos fazendo isso agora. Eu não gosto de fazer previsões sobre o futuro, porque eu sou honesta e tenho a mente aberta. Eu amei o meu tempo com Evanescence, eu não gostaria de simplesmente jogá-lo fora, mas, para o futuro próximo, eu não tenho nenhum plano de fazer qualquer coisa com a banda. É realmente importante para mim para levar algum tempo para mostrar alguns lados diferentes de mim mesma. Eu já disse isso durante o tempo com o Evanescence, especialmente entre o segundo e terceiro disco: “Eu tenho a liberdade de me expressar completamente dentro da banda, então por que eu iria me desfazer dela?” E isso é verdade apenas até certo ponto, porque, tanto quanto eu poderia passar por uma série de emoções, há uma certa pressão lá. Com os fãs, comigo mesmo, eu sei que o Evanescence é como uma entidade, é maior do que apenas a mim mesmo, o que é incrível, mas eu posso escrever uma música e ouvir “Isso é ou não é uma canção de Evanescence”. Portanto, eu não preciso de outros modos para fazer música.

Você começou uma família em Nova York, como isso pode impactar a banda?
Isso não é novo para nós, sempre vivemos em lugares diferentes. Eu não era mais perto deles quando eu morava em Los Angeles, eu sempre falo com eles, ouço o novo material deles. Troy [McLawhorn] está trabalhando em algo legal que eu ouvi no outro dia. Eu continuo com mais contato com o Tim e com o Troy, mas moramos em cidades diferentes.

Parece que você realmente se firmou em Nova Iorque.
Eu amo isso aqui. Eu vivi em tantos lugares, mas este é o primeiro lugar desde que eu era uma garotinha, no sul da Flórida, onde eu me sinto realmente em casa, onde eu não me sinto como se eu fosse diferente de todos os que me rodeiam. Nós temos uma boa comunidade aqui, um monte de grandes músicos. Tudo está disponível aqui, nada é fora do comum e há música em todos os lugares. Eu me inspiro o tempo todo só andando na rua. Eu me sinto como se eu vivesse em um lugar artístico, e isso é muito legal. Eu tomo o metrô o tempo todo, eu não tenho um carro. Eu posso apenas parecer um zumbi andando até as escadarias e pegar o metrô.

Como a idéia da maternidade mudou sua visão sobre o mundo?
Eu não sei por onde começar. Estou na maior parte apenas animada, porque à medida que envelhecemos começamos a enxergar melhor as coisas bonitas que nos rodeiam. Chega-se ao ponto em que você se sente como você viveu todas as suas primeiras experiências. Eu estou realmente ansiosa para experimentar as coisas de novo como se fosse a minha primeira vez através dos olhos do meu filho.

Mudou sua opinião sobre o que você faz profissionalmente?
Sim. Eu sou um artista, eu nunca vou deixar de ser, eu acho que não conseguiria parar de fazer música. Você não muda tanto assim. Eu ainda vou ser eu, e a vida só tem me enriquecido como pessoa. Mas eu acho que todo esse ciclo de preparação de um álbum, grandes turnês de um ou dois anos, isso ficaram para trás. E não é apenas ser mãe, eu só não quero viver na estrada. Eu tenho a capacidade de fazer apenas uma coisa e colocá-la para fora e ele não tem que ser de 12 músicas. Ele não tem que ser um álbum completo, como o modelo antigo. É legal pensar sobre as coisas de uma maneira nova. Eu posso escrever algo agora e me sentir à vontade de como vou mostrar isso aos fãs. Ele não tem que ser um enorme, coisa assustadora.

Parece que você está disposta a sacrificar ganhos comerciais pela felicidade.
Oh, eu faço isso há algum tempo. Eu acho que eu não sou como todos os outros. Até em relação ao estilo de música que em giro em volta não é algo tão popular. Eu coloquei um monte de valor em excelentes trabalhos, boa música, coisas que realmente me tocam. Portanto, sou muito mais do que o sucesso ou fama a nível monetário.

Para finalizar, o que você espera conseguir com Aftermath?
Honestamente, isso vai soar estranho, mas eu só estou ansiosa para compartilhar isso com o mundo. É simples assim. Eu não tenho grandes expectativas, porque é um projeto incomum. Sempre que eu lançar algo novo, ele é muito bom, e eu sei que eu tenho apoiantes aí que vão me apoiar. Estou animada com “Lockdown”. Estou animada para ouvir o que os fãs pensam sobre isso, eu estou animada sobre “Push the Button”, estou feliz com todas as gravações, mostrar para meus fãs algo que eles nunca ouviram antes.

Nightwish: Jukka não participará do próximo álbum e turnê!

De : Fallen Douglas
Jukka Nevalainen, baterista da banda de metal sinfônico Nightwish, anunciou pelo perfil oficial da banda no Facebook que não poderá participar das gravações do próximo álbum do grupo, previsto para 2015, nem da subsequente turnê.

O motivo seria a sua insônia, problema que o tem acompanhado por anos e que chegou a um ponto que o impossibilita de cumprir seus deveres com a banda.

No novo álbum, ainda sem título, ele será substituído pelo conterrâneo e amigo Kai Hahto (Wintersun). Quanto à turnê, o substituto ainda não foi decidido.

Para mais detalhes leia aqui.

Fonte

Anette Olzon cantando a capela ''Turn Loose The Mermaids'' do Nightwish

De : Fallen Douglas

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