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Tuomas Holopainen: assista o vídeo lyric de "The Last Sled"

De : Fallen Douglas
O tecladista e principal compositor do NIGHTWISH, Tuomas Holopainen, lançou no dia 11 de abril, seu álbum solo, "The Life And Times Of Scrooge". O álbum é baseado em uma graphic novel chamada "The Life And Times Of Scrooge McDuck" ("A vida e a época de Tio Patinhas"), escrita e ilustrada por Don Rosa.



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Epica: Ouça a nova faixa "Unchain Utopia"

De : Fallen Douglas
A banda holandesa de symphonic metal, Epica, divulgou o primeiro single de seu novo trabalho. Trata-se da canção "Unchain Utopia". A música fará parte do próximo trabalho de estúdio da banda, o "The Quantum Enigma", que possuí previsão de lançamento para 5 de maio.


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Epica: Banda lança mais um single e vaza encarte do novo álbum!

De : Fallen Douglas
Após o lançamento do single The Essence Silence, a banda holandesa Epica lança mais um single, Unchain Utopia. A música faz parte do novo álbum The Quantum Enigma. O tão aguardado álbum será lançado no dia 02 de maio de 2014 pela Nuclear Blast. Antes mesmo do lançamento já encontra-se disponível, o Pdf do encarte digital de The Quantum Enigma.

Veja aqui o encarte do novo álbum!

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Halestorm: Banda apresenta duas músicas novas!

De : Fallen Douglas
O grupo Halestorm, brindou o público norte-americano com duas canções novas, que deverão fazer do próximo disco da banda.

A banda capitaneada pela belíssima Lzzy Hale, apresentou as canções "Mayhem" e "Heartbreaker", em shows realizados nos Estados Unidos, recentemente.






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Anette Olzon: À vontade em seu próprio território (Resenha)

De : Fallen Douglas
Após ser carinhosamente chutada do NIGHTWISH, a vocalista ANETTE OLZON não perdeu tempo e lançou seu primeiro álbum solo. O trabalho já era uma intenção desde a turnê do Dark Passion Play, é verdade. Versões ao vivo de algumas das faixas do disco já haviam sido upadas há um bom tempo no YouTube. Foi só na época do Imaginaerum, contudo, que ela começou a dar forma ao projeto. Sua saída do então quinteto sinfônico a deixou livre para focar totalmente no álbum, que veio a se chamar Shine.


Para começo de conversa, esqueça que ela já cantou no NIGHTWISH. Diferente de sua antecessora TARJA TURUNEN, que manteve os elementos de metal sinfônico em sua música, ANETTE seguiu um caminho quase totalmente diferente. As guitarras, por exemplo, não estão presentes em todas as faixas do disco, e muitas vezes ficam sufocadas pelos outros instrumentos acústicos e os teclados.
A primeira metade do disco é sonolenta, a não ser que você se identifique com este tipo de música - é justo prever que muitos fãs do NIGHTWISH não apreciarão isto. A coisa melhora na segunda metade, e chega ao ápice no final, com duas músicas de tirar o fôlego, daquelas que fazem o corpo inteiro se arrepiar.

A faixa-título e os singles "Lies" e "Falling" são as mais "pesadas" do disco, mesmo que evidentemente muito mais leves que trabalhos típicos do NIGHTWISH.

De resto, a música gira em torno de combinações de cordas, percussão leve e a voz da cantora, e vez ou outra com guitarras e bateria. "Floating", por exemplo, traz um riff nos teclados acompanhado de cordas que remete a música medieval – um dos trabalhos mais interessantes do disco. "One Million Faces" e "Watching Me from Afar" são belíssimas baladas que poderiam servir de encerramento para um filme.

A música apresentada por ANETTE tem elementos de artistas que vão de WITHIN TEMPTATION a ANNIE LENNOX, ENYA e KATE BUSH. O resultado é um disco que comprova a competência e o talento de uma cantora que teve relativamente pouco tempo de estrada com o NIGHTWISH e que tinha de ajustar sua performance aos desejos do líder e tecladista TUOMAS HOLOPAINEN – não que ele não tenha aproveitado adequadamente seu talento.

Boa estreia que ganha pontos pela direção musical bastante distante daquilo que a cantora fez em seu período de maior exposição. Causará estranhamento a muitos e precisa de várias audições para uma digestão apropriada, mas a compra do álbum é um investimento que compensa. O que se ouve aqui é uma cantora bastante à vontade em seu próprio território.


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Anette Olzon: (Resenha) Um álbum seguro, mas despretensioso!

De : Fallen Douglas
Em meio a sua comentada saída do Nightwish e tentando dar seguimento a sua carreira, a cantora sueca Anette Olzon resolveu investir na carreira solo e anunciou no fim do ano passado seu primeiro álbum chamado Shine. O resultado é um grande choque em relação ao que ela fazia no Nightwish. Anette optou por um direcionamento voltado para baladas onde sua voz (muito boa e segura) é o destaque e o instrumental é praticamente deixado de lado.



É bem verdade que é seu primeiro disco solo e é preciso dar um crédito. Ela ainda está à procura de um estilo próprio de composição. O que faltou foi mais força, mais vontade, uma atitude mais rock. A não ser que ela queira abandonar de vez a veia roqueira e partir para uma vibe mais new age.

O álbum começa com Like a show inside my head. A música tem uma introdução interessante, com a presença de um violino. A voz de Anette anuncia uma balada, com boa melodia, bem lenta e dramática. O refrão entra na cabeça logo de cara. Mas a música não empolga. A letra é muito pobre e ela soa muito arrastada, sem ousadia nenhuma. Ela fica na sua zona de conforto o tempo todo. Anette está bem segura, até porque a música não oferece desafios. A canção guarda um pouco do metal sinfônico que se acostumou a ver ela.

Shine começa com uma pegada um pouco eletrônica, um dos raros momentos mais diferentes do álbum. Essa tendência eletrônica vem sendo uma novidade no metal com vocal feminino, basta ver os últimos trabalhos do Amaranthe e Delain. A música tem uma boa melodia, um pouco mais rápida que a anterior. A letra continua bem simples. O instrumental do álbum em geral é bem tímido, a guitarra apenas marca presença com power chords. O álbum peca pelo excesso de baladas sem muita diferenciação entre si, tornando Shine uma grande massa sonora.

Não é justo comparar com o que ela vinha fazendo no Nightwish, até porque não eram composições dela. Podemos comparar sim sua performance. Ela preferiu seguir o tom de músicas como Turn Loose the Mermaids (Imaginaerum) e Eva (Dark Passion Play) do que buscar algo mais agressivo como em Scaretale (Imaginaerum) que é uma de suas melhores interpretações, justamente por ela buscar novos timbres e sair de sua zona de conforto, coisa que não vemos em nenhum momento de Shine.

A música seguinte é Floating, que começa com um teclado interessante, um timbre diferente do usual. Uma pegada que lembra o Enya. A expectativa criada é frustrada mais uma vez pela falta de pretensão que faz dela uma balada morna. Floating tem uma das melhores letras do álbum, bem criativa e com um desenvolvimento maior nos versos.

Para se ter uma ideia, o álbum só tem uma música com mais de cinco minutos e sua duração total não chega a 35 minutos, inconcebível para os padrões atuais tanto do metal sinfônico tanto nessa linha mais soft rock. A próxima canção é Lies, um ponto alto do disco justamente por ser mais encorpada. A música mostra Anette cantando com mais vigor e emoção. Uma melodia que pode não ser genial, mas comunica com o ouvinte. Para os que gostam de fomentar a richa Anette x Nightwish, um dos versos pode sugerir uma indireta para os finlandeses: “Will we ever forgive? Will the wounds start to heal?”.

Invincible consegue diminuir ainda mais o BPM do álbum. A voz de Anette soa mais uma vez perfeita e cristalina. Realmente muito segura. O refrão chega a animar um pouco devido sua melodia bem pensada. É uma música que pode funcionar ao vivo. Aqui vemos o primeiro solo de guitarra do disco, bem tímido.

Em Hear me, vemos outra música lenta. O primeiro riff de guitarra do álbum aparece e a música ganha em velocidade e peso no verso e refrão. O uso de orquestrações em passagens apenas com a voz de Anette é uma marca nesse álbum. A guitarra realmente fica em segundo plano, apenas para não perder de vez a veia roqueira.

A seguir vem Falling que foi lançada como primeiro single do disco. A música até tenta, mas não consegue parar de beber da mesma fonte que alimenta o álbum inteiro. Aqui existe um pouco mais de peso e uma levada de guitarra mais quebrada, porém a total falta de pretensão deixa a faixa com a impressão de que poderia ser melhor e que ela não deu o melhor de si. É um dos poucos momentos em que vemos uma terceira melodia de verso, além do verso principal e refrão.

Moving Away começa com um violão e o verso é acompanhado de uma batida de surdos da bateria. O violão volta no verso, mas temos a impressão que já ouvimos isso antes. One million faces começa com um piano que traz um tom mais sério à música e Anette logo entra com uma boa melodia. Vemos uma guitarra ao fundo conversando com os vocais, mas logo a parede sinfônica sobe o volume e torna a música igual a todas as outras.

Watching me from afar é mais do mesmo. Pode até ser uma boa música, mas no contexto do álbum é mais uma canção onde sua voz está ótima, mas o geral não empolga e o instrumental é fraquíssimo.

Anette precisa decidir seu caminho. Shine é um álbum que não abandona seu lado symphonic metal, mas incorpora sonoridades de soft rock e new age que tornam o álbum muito arrastado e sem ousadia. Se o álbum for ouvido por fãs de rock e metal (a grande massa de fãs de Anette) vai ficar faltando peso e menos timidez.


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Floor Jansen: Assista Design The Century do Timo Tolkki's Avalon

De : Suh Oliveira

Liberado clipe de Design The Century do projeto Avalon, de Timmo Tolkki.


O vídeo oficial para o primeiro single do CD, "Design The Century" , pode ser visto abaixo. O clipe , que conta com a Floor (ReVamp/Nightwish) nos vocais , foi dirigido por Patric Ullaeus da Revolver Film Company , que já trabalhou com Dimmu Borgir, Lacuna Coil , In Flames, Sonic Syndicate, Kamelot, entre outros.

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