Nightwish: Banda confirmada no Rock in Rio 2015.

By : Suh Oliveira




Nightwish é a primeira banda de metal confirmada para a edição nacional de 2015 do festival Rock in Rio

Embora não tenha sido ainda anunciada oficialmente pela organização, a informação é do Jornal Destak, que costuma confirmar com antecedência os shows em território nacional.

Essa será a primeira vez que a banda finlandesa se apresenta no festival, e a segunda vez que vem ao Brasil com a vocalista Floor Jansen. O festival acontece em Setembro, na edição que comemora 30 anos do festival.

FONTE 

Taylor Momsen: "Eu acho que inferno é algo que todos estão vivendo constantemente."

By : Sara Sthefany



Nova entrevista de Taylor Momsen para o site Rock Off:

Taylor Momsen, a filha selvagem mais inteligente do rock

Taylor Momsen pode citar seus heróis do rock and roll em grande velocidade. A coleção de discos de seu pai introduziu nela um amor por por guitarras barulhentas e baterias estrondosas desde sua infância, diz a ex atriz de Gossip Girl de 21 anos, que em seguida recita os grandes nomes como sua banda The Pretty Reckless atacando uma das músicas do seu segundo álbum, Going To Hell.
“Desde o dia que eu nasci, era Beatles, Led Zeppelin, The Who, Pink Floyd, AC/DC,” ela diz em um curto espaço de tempo. “Depois de passar por cada faixa você não consegue voltar. Sempre foi parte de quem eu sou, eu acho. Quando fiquei mais velha me interessei muito nas coisas dos anos 90, Nirvana, Soundgarden, Pearl Jam, Alice In Chains.” “Going To Hell, o acompanhamento da estreia da banda de 2010 “Light Me Up, joga todas essas bandas e mais algumas em um liquidificador e então volta com muita atitude “couro e tatuagem”, ajudando a se tornar indiscutivelmente o álbum de rock mais bem sucedido de 2014. O hit “Heaven Knows” já conquistou os charts Rock (14 semanas no topo) e Alternativo e anda invadindo os Top 40 ultimamente. 
Além disso, semana passada a banda se tornou a primeira banda liderada por uma mulher desde Pretenders de Chrissie Hynde a ter consecutivas músicas n° 1 na rádio quando “Messed Up World” chegou ao topo. E pensar que a primeira vez que Taylor Momsen escutou “Heaven Knows” no carro ela achou que alguém tinha colocado o CD para tocar.
“Então nós nos demos conta de que era na rádio,” Momsen jura. “Tocou Pink Floyd antes, o que foi muito legal, e AC/DC tocou logo depois. Mas no meio da música nós viramos um para o outro e dissemos, ‘Isso não é a porra de um hit. Essa música não é parecida com nada na rádio. Não tem como ser um hit.’ E nós estávamos errados.”
Foi aquele tipo de ano para Momsen, que estava ligando antes de um show da The Pretty Reckless na House Of Blues em Myrtle Beach, S.C., alguns dias antes de sua banda quebrar o recorde.

Rocks off: O novo álbum tem um tema bem claro. Você acredita no inferno?
Taylor: Eu acredito na metáfora do inferno. Eu acho que inferno é algo que todos estão vivendo constantemente. Mas religião é… é uma metáfora, e as vezes acho que as pessoas lavam isso muito literalmente. Se eu acho que tenho um buraco  gigante em chamas no chão? Não, mas eu posso estar errada. Eu não sei.
Mas eu não sou uma pessoa religiosa, mais espiritual. Eu cresci católica, então as metáforas religiosas estão apenas na minha vernacular e é isso que sai na minha escrita. Mas novamente, é uma metáfora usada desde os muito, muito antigos blues. “Sold my soul to the devil at the crossroads,” “Highway To Hell.” “É uma anologia muito simples para o bem e o mau que eu acho que todo mundo pode entender, não importa de onde você é.

Rocks off: Você lembra qual foi o primeiro álbum que você comprou com seu próprio dinheiro?
Taylor: Me perguntam muito isso, e eu meio que invento respostas. Meu pai tinha tudo, então eu não precisava comprar álbuns. Eu cresci com vinis, e meu pai fazia mix em fitas cassete para eu escutar no meu quarto. Acho que quando sairam CDs o primeiro que comprei foi Revolver ou pode ter sido Garbage também (The Beatles).

Rocks off: Me conte um pouco mais sobre seus companheiros de banda.
Taylor: Meus melhores amigos. Tenho eles desde, o que, quase oito anos agora? Eu conheci o Ben (Phillips, guitarra) através do nosso produtor Kato (Khandwala), e nós começamos a escrever juntos. Eu conheci todos eles e nós nos entendemos imediatamente. Eu basicamente peguei a banda deles, escrevi um novo álbum e disse, ‘Ei, eu sou sua nova vocalista.’
E aqui vamos nós. Seis anos depois, eles são família. E músicos perversos, a propósito. Não sei se já viu nosso show, mas nós recentemente fomos de tocar em festivais, que são muito curtos, sets de 30 minutos à atração principal com shows de uma hora e meia. Nós realmente tivemos que desenvolver.

Rocks off: Quais foram três das suas apresentações preferidas de 2014 até agora?
Taylor: Isso é difícil pra caralho, cara. Rock am Ring (Alemanha) e Rock Im Park foram incríveis. Isle of Wight foi incrível porque nunca tínhamos tocado lá. Rock on the Range foi muito bom porque foi um grande monstruário para nós e nós fomos muito bons lá. Isso definitivamente  impulsionou a nossa notoriedade na America, então aquele show em particular foi uma explosão.
Mas agora somos a atração principal e eu não vou mentir, estou empolgada pra caralho de estar de volta, na noite, com luzes. Os festivais são incríveis — é muito legal tocar para 90,000 pessoas, mas tocar as 16:00, e cantando “Going To Hell” na luz do dia parece um pouco estranho. Então estamos muito animados de estarmos de volta e com nossos termos.

Rocks off: Qual é o seu dia de folga ideal em turnê?
Taylor: Acho que isso não existe. Você fica sempre trabalhando. A banda está checando o som agora, eu estou falando com você, depois vou correr para a checagem de som. Depois tenho outra entrevista, e então temos um meet and greet e outra performance acústica, depois me arrumar para o show.
Você tem mais ou menos uma hora para passar a maquiagem, e então está no palco. Depois está indo para a próxima cidade, então “dias de folga” são dias de viagem/de imprensa.

Rocks off: Guns N’ Roses  ou Metallica?
Taylor: Isso é impossível, cara. Os dois. Nós tocamos com o Guns N’ Roses e eles eram incríveis. Axl arrasou toda noite. Incrível, show incrível. Ainda não tocamos com o Metallica mas eu vi eles no Big 4 e foi inacreditável. Eu te aviso quando tiver uma relação com o Metallica, que tal?


Tradução por Taylor Momsen Brasil

Amy Lee Dispara: "Nunca disse que o Evanescence havia acabado"

By : Sara Sthefany
Em sua página oficial no Facebook, Amy Lee vocalista do Evanescence postou a seguinte nota de esclarecimento, sobre rumores de um possível término da banda:


"Eu sinto que tenho que deixar isso claro: eu nunca disse que o EVANESCENCE terminou. Eu não iria limitar isso. Eu disse que eu não estava fazendo isso agora e eu tenho uma mente completamente aberta para o futuro. Uma mente aberta é algo agradável - eu tive que começar a banda. Eu nunca vou parar de olhar para as coisas que me inspiram, que me excitam sobre a vida, a arte e a música. Isso é o que faz com que seja bom! Eu não vou deixar ninguém me segurar e me fazer ficar em um lugar, especialmente sem a minha própria imagem. Ouça minhas letras e você vai ouvir a mensagem que está sendo questionada desde o início. Temos que olhar para a frente, manter em movimento, continuar procurando, continuar crescendo. Não sabemos ainda que somos capazes de provar isso. Evanescence é parte de mim - não apenas um quadro completo de tudo o que eu sou capaz - não é nem perto. Para ser honesta, o mais inspirador e gratificante que eu ajudei a criar nada tem a ver com a música: é o que eu tenho em meus braços. Não tenha medo de tentar coisas. Talvez você é feito com algo melhor do que o que você espera."

(Billboard) Amy Lee fala sobre o futuro incerto do Evanescence

By : Fallen Douglas
Depois da experiência de trabalhar em sua primeira trilha sonora, para o filme História de Guerra (War Story), Amy Lee contou à Billboard sobre seus últimos trabalhos e revelou que não há grandes novidades com relação ao Evanescence, que lançou seu último álbum em 2011.


“Estou gostando desse novo espaço”, disse. “A banda tem sido maravilhosa e eu consegui fazer muitas coisas com ela. Tenho muito orgulho mas, ao mesmo tempo, sinto que quero fazer muito mais. As pessoas escutam a palavra Evanescence e associam com ‘My Immortal’, música que estávamos trabalhando quando eu tinha 15 anos. Agora eu tenho 32 e estou em outra fase.”

Amy diz que o álbum Aftermath, que inclui a canção “Lockdown”, assim como um material instrumental, foi uma abertura de olhos e uma experiência inovadora, diferente de fazer um álbum de rock convencional. “No Evanescence eu sou o centro das atenções”, explica. “Em algo como o filme, eu estou inserida com um monte de outras pessoas para criar algo coletivo. Isso é muito bom pra mim. É muito legal estar fazendo algo que não é só meu.”

Amy estudou trilha sonora na Middle Tennessee State University e quis trabalhar na área bem antes do Evanescence decolar. Aftermath estreou na 47ª posição no Billboard 200.

Além disso, a cantora contou que está bastante ocupada com seu primeiro filho, Jack Lion Hartzler, nascido em 20 de julho. “É ótimo! Ser mãe está me dando uma nova perspectiva de vida. Eu desenvolvi novos sentimentos. Não posso descrevê-los, mas será minha missão defini-los artisticamente. Eu tive medo de não me interessar maispor música depois de ser mãe, mas percebi que estou mais inspirada.”

Sobre o futuro do Evanescence, Amy declarou: “Eu adoro fazer música e é isso que farei para o resto da vida. Se isso se chama Evanescence ou não, eu não sei”

Fonte

Tarja: Fotos ''Colours in the Road 2014'' Rio de Janeiro!

By : Fallen Douglas
Vejam algumas fotos do show do Rio de Janeiro que foi no dia 14/09/2014:

Tarja ao vivo no Rio de Janeiro, com a turnê "Colours In The Road" 2014.
14 de Setembro de 2014 - Circo Voador, Rio de Janeiro, Brasil

Para mais fotos clique aqui.
Copyright © 2009-2014 Alessandra Tolc 
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Kerrang!: O retorno de Amy Lee

By : Sara Sthefany
A vocalista do Evanescence é destaque na revista Kerrang! de Setembro, onde seu novo albúm Aftermath ganhou uma review, confira o scan:




Amy Lee - Aftermath : 4 estrelas

"A sereia do Evanescence atravessa uma nova porta aberta... Sozinha.
Mais em geral referida como "fazer um Reznor certo", Amy Lee do Evanescence usou o seu recente tempo de inatividade para compor a trilha sonora de um filme. E para acompanhar o drama psicológico de War Story, (o que é essencial) o seu primeiro passeio a solo é o álbum que muito lentamente ela foi afiando para o que queria fazer nos dois últimos álbuns dos Evanescence. Livre de quaisquer guitarras explosivas e riffs binários, este (álbum) é uma galáxia de distância dos gostos de Going Under e aquela sobre não ser capaz de acordar. Não deixe que a pulsante eletrónica Push The Button – uma máscara-streaming prima do clássico de Donna Summer I Feel Love – vos engane. Pelo contrário Aftermath é cheio de pianos minimalistas e cordas misteriosas. De fato, graças aos gostos sombrios de Lockdown e Can’t Stop What’s Coming, é também a melhor representação da extraordinária voz e talento de Amy Lee até à data."

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