Arch Enemy: só dez dias de folga antes de próxima turnê

By : Sara Sthefany
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Com o encerramento de mais uma perna europeia de sua turnê, o ARCH ENEMY soltou a seguinte atualização: "As últimas cinco semanas na estrada foram simplesmente sensacionais! Muitos shows matadores e memórias fantásticas. Um grande obrigado à nossa equipe e todo o time por trás das cenas, assim como aos incríveis fãs do ARCH ENEMY (porque sem eles isso seria impossível)"

"Vamos tirar dez dias de folga para nos recuperar e já estaremos de volta. Não se esqueça de checar se vamos tocar perto de você!"

"War Eternal!"


Fonte

Halestorm: Significado por de trás de Into The Wild Life

By : Sara Sthefany

O novo álbum do Halestorm, o intitulado Into The Wild Life, teve seu lançamento oficial no dia 14 de Abril. Aproveitando o momento, o guitarrista da banda, Joe Hottinger, se sentou com o Team Rock para falar sobre as histórias e significados por trás de cada música do álbum, desde 'Scream' à favorita dos fãs, "I Like It Heavy".

Confira a matéria completa: 

Scream
Quando você sabe exatamente quem você é e o que você quer, e você não dá a mínima para o que os outros pensam, para mim isso é 'viver a vida selvagem'. Essa é a ideia por trás desse álbum: você é o que você quiser ser. Se encontre. Seja você mesmo. Conquiste. Então, começando com 'Scream', começa de uma forma mais pesada, e aí temos essa parte no teclado, e que quase soa eletrônico. Nós imaginamos que seria hilário fazer todo mundo pensar que esse seria um disco eletrônico, o que obviamente seria algo estranho de fazermos. De acordo com a letra, essa música é sobre viver intensamente, e viver os seus sonhos intensamente. Grite até eles te ouvirem. Viva até eles te ouvirem. Faça com que você seja ouvido. Você vai ver muito dessas coisas nesse álbum. E com a sequência das músicas, é quase como uma história. Ele não foi escrito dessa maneira, mas isso meio que funcionou assim. E "Scream" segue perfeitamente com "I Am The Fire".
I Am The Fire 
Nós temos algumas transições bem legais nesse álbum, e essa é a minha favorita. Esse foi mais um passo a frente para nós, em termos de fazer um álbum que conecta as canções. O nosso produtor, Jay Joyce, trabalhou em várias dessas transições com a gente. Ele desempenhou um papel importante na sequenciação das músicas. Lembro quando nós viemos com esse título para essa música, nós estávamos pensando sobre todos os diferentes significados que I Am The Fire poderia ter. Acho que a frase que explica a música toda é "I am the one, I've been waiting for [Eu sou quem eu esperava ser]". É a ideia de que ninguém está segurando você, exceto você mesmo. Então, seja o fogo. Se você ouvir essa música com atenção, vai reparar que não há vocais duplicados, nem nada parecido. É a própria Lzzy Hale. Eu sou o fogo. Não há mais ninguém. Essa é a mensagem dessa canção.
Sick Individual 
Com esse álbum, nós queríamos fazer a ponte entre nosso show ao vivo, e o nosso álbum de estúdio. Queríamos usar o estúdio como um instrumento, mas também captar a energia dos nossos shows ao vivo, porque fizemos mais de 2.000 shows, e somos uma banda ao vivo antes de tudo. Jay tinha nós quatro em pé em um círculo, tocando juntos, e ele nos disse: "Álbuns são fáceis de fazer, se você quiser que eles sejam. Eles só são difíceis de fazer, se você fizer com que eles sejam assim.". Ele realmente queria colocar nossa personalidade nessas músicas. Ele queria que você ouvisse o Arejay, do jeito que você vê ele quando nós tocamos ao vivo. E ele sabia exatamente como e quando fazer isso do jeito certo. Ele disse ao Arejay "Porque você não fica louco só por um segundo?" E isso é o que você escuta no solo de bateria na introdução. E então ele disse "Vocês façam um riff, grande e pesado" e então esse 'Sabbath-y' riff que você ouviu. Tem muito dessa improvisação ao vivo nesse álbum, e eu amo ouvir isso. É real, e é exatamente pra onde nós estávamos indo, Então, 'Sick Individual', de novo, é sobre você fazer a porra que quiser. Esse é o tema principal deste disco, e também um dos principais da forma como vivemos a nossa vida.
Amen
Amen foi escrita antes de sabermos que gravaríamos o álbum em uma igreja. É uma música sobre domínio. E se você for escrever um álbum sobre 'fazer o que você quiser', é melhor você conquistar isso e permanecer a altura. 'My life, my love, my sex, my drug, my lust [Minha vida, meu amor, meu sexo, minha droga, meu desejo]' você sabe. 'Can I get an Amen?'. Seja lá o que você for, faça isso. E nós conversamos muito sobre arena rock indo dentro do processo de escrita desse álbum. Se você quer levar as coisas para um outro nível, e crescer como uma banda, você tem que fazer dessa forma. Então, nós queríamos músicas que soassem ótimas em um salão grande. Essa é uma delas. É um hino. Não tem nada a favor ou contra religião nessa música. Amen é sobre sua própria religião. Você é seu próprio Deus. Se respeite dessa forma. Mas gravar uma música chamada 'Amen' em uma igreja, é obviamente ótimo. Quer dizer, o que mais você poderia pedir?
Dear Daughter
Lzzy me disse que estava conversando com sua mãe um dia e sua mãe tinha perguntado a ela: 'Eu fiz um bom trabalho criando você?'. E claro que ela fez. Halestorm não estaria aqui, se os pais de Lzzy e Arejay não tivessem os apoiado como uma banda enquanto eles cresciam. E ela conversa bastante no Twitter, e ela perguntou as pessoas o que elas gostariam que seus pais tivessem dito a eles enquanto eles estavam crescendo. Porque tem muitas crianças lá fora que não tiveram pais tão bons quanto os dela ou os meus. Eles disseram vários tipos de coisas, e muito da inspiração veio dos que as pessoas mandaram para ela. Quando nós começamos a tentar transformar tudo isso em música, Lzzy começou com algumas notas no piano, e simplesmente fluiu. Então, ela entrou na igreja, e sentou na frente do piano. Ela tinha um microfone na frente dela. Acho que o que você ouve na música é na verdade o segundo take. E ela faz esse incrivel "Neil Young-meets-Purple Rain" solo de guitarra. É uma música super especial, por todos esses motivos. É muito linda. E é provavelmente a música mais emocional que nós já colocamos em um disco.
New Modern Love
Esta foi a segunda música que escrevemos e ajudou a definir para onde estávamos indo com esse álbum. Ela tem um ritmo que nunca fizemos antes. E o Arejay arrasou, cara. Nós gravamos uma demo e foi, "OK", mas então ele veio com aquela batida, e ficou com um som muito bom. Vamos aplaudir o Arejay neste disco, porque todos sabem que ele arrasa! Ele é um 'David Lee Roth-meets-Animal' na bateria, ele consegue destruir kits. Mas finalmente neste álbum você consegue ouvi-lo nessas batidas mais profundas, e New Modern Love tem uma batida muito legal. Esse riff com pegada de blues é incrível também. Para mim, essa música é como um cruzeiro. Me lembra de um dia ensolarado na Califórnia, dirigindo pela estrada com a música tocando. É só uma marcha, que mantém andando por toda parte. E é bom. Isso é New Modern Love, cara. É mais do que aquela coisa de "Eu faço o que eu quero."
Mayhem
Essa é provavelmente a música mais pesada do álbum - tem um riff de metal acontecendo. Eu lembro de fazer esse riff depois de ouvir Royal Blood pela primeira vez, eles fundiram minha mente. Eu twittei sobre a faixa 'Out Of The Black' em fevereiro ou março, ano passado quando estávamos escrevendo o álbum, falando para as pessoas ouvirem a música. Era muito legal. como Rage Agains the Machine e Jack White. Era tão novo e muito animador. Eu realmente me inspirei nisso. Jay também arrasou com a gente em Mayhem. Ele jogou algumas partes de teclado nela. Aqui está um fato interessante: Se você iniciar um 'caos [Mayhem]', você de fato irá machucar alguém o suficiente para eles não conseguirem entrar em uma batalha. É um termo inglês. Se você provocar o 'caos' em alguém, isso irá machucá-lo. Então cuidado com o caos, crianças!
Bad Girls World 
Ok, onde estávamos? Eu amo 'Bad Girls Worl'. Para mim, essa é a voz da alma da Lzzy. Ela tem muita emoção envolvida aqui. Estou muito contente que essa música está no álbum. Eu e a Lzzy escrevemos ela juntos, em um apartamento em Los Angeles onde estávamos vivendo. A poesia era forte naquele lugar. O engraçado é que no final dessa música eu estava lutando para descobrir que vibe eu queria para o solo de guitarra. Jay Joyce sugeriu que colocasse no final da música, e eu só continuei tocando até eu descobrir onde queria ir. O que ele não me disse foi que seu plano o tempo todo era colocar o solo de guitarra no final, o que se encaixaria com Gonna Get Mine. E estou contente que ele não me disse, porque eu teria ficado louco e pensando demais sobre isso. Ele não é bobo, esse Jay Joyce! Ele me induziu a um momento legal na guitarra que eu estou orgulhoso. É real, apenas ser eu mesmo e tocar.
Gonna Get Mine
As transições nesse disco são uma das coisas mais legais sobre ele. São elas que o tornam em um álbum, ao invés de apenas uma coleção de músicas. Você tem que ouvir isso do começo ao fim, para sentir realmente o efeito. E entrar em Gonna Get Mine é um desses momentos. Começa com essa parte na guitarra, e se ajusta perfeitamente a esse riff. Foi a última música que escrevemos para o álbum. Jay disse que nós precisamos de mais uma música de rock. Então nós fomos para casa no final de semana para trabalhar nisso. Lzzy tinha esse riff por um tempo - anos aliás - e isso sempre esteve na nossa mente.  Nós estávamos em uma partida de hóquei falando sobre música, que é o que nós fazemos, e nós estávamos cantando esse riff em nossos assentos, enquanto assistia o jogo. Finalmente, encontramos essa música flutuando no fundo das nossas garrafas de cerveja. que é exatamente onde elas vivem, e fomos para casa e trabalhamos nisso. A música é sobre ser assumidamente você, sem remorso. Como: "Vá se foder se você tentar me ferrar!". Isso se encaixa bem com o tema do álbum, E de novo, Arejay arrasou! Ele faz uma batida diferente em cada parte da música. É como aqueles pequenos pedaço de doce para os ouvidos, que as pessoas só irão ouvir depois da sétima ou oitava vez. Tem muita coisa assim acontecendo no álbum, e eu amo isso.  
The Reckoning
Esta canção foi originalmente escrita como uma balada de piano. Nós amamos tanto, mas não queríamos esse sabor de novo, já que tínhamos feito com Dear Daughter. Nós estávamos tentando descobrir como fazer isso diferente, tentando continuar com a mesma harmonia da música, e Jay nos levou ao jeito que você ouviu sendo tocado aqui. Estou tão feliz que ele estava com a gente fazendo esse álbum por várias razões, e essa música é uma delas. Trata-se de vingança e um prato que se serve frio, por isso, queria que ela tivesse um forte impacto. A melhor maneira de responder a alguém que tentou ferrar com você é sendo feliz e vivendo uma ótima vida, e não deixar que eles te levem pra baixo. Essa é a mensagem por trás dessa música. Eu acabei tocando algumas progressões de acordes na guitarra que eu nunca teria sequer pensado, e isso é tudo graças a Jay dizendo "Hey, toque algo mais ou menos assim". Foi muito divertido colocar essa música, porque é diferente pra gente. É um novo sentimento, e eu realmente gostei. É um dos meus momentos favoritos do álbum, especialmente a seção do meio.
Apocalyptic
Inicialmente nós íamos começar a divulgação do álbum com 'Amen', e então nossa gravadora disse que nós deveríamos começar com Apocalyptic - e eles estavam totalmente certos porque dessa forma foi mais uma transição entre o último álbum [The Strange Case Of...] e esse. Queríamos levar os ouvintes sutilmente, e estou feliz que fizemos. A resposta a essa música tem sido ótima quando tocamos ao vivo. Nós mal podemos esperar para tocar as outras agora.
What Sober Couldn't Say
Eu adoro a forma como essa música começa. Eu ainda dou risada toda vez que ouço, porque parece que você entrou no salão do Halestorm, e tem pessoas em vestidos e ternos bebendo Martinis (risos). Entretanto, é uma letra pesada. Às vezes você tem realmente que estar bêbado para dizer o que você realmente quer, e essa é uma história sobre sair de uma situação em que você não deveria estar. Infelizmente, algumas vezes você tem que se embebedar para ser honesto. Eu também amo essa música porque ela tem uma vibração pura que nunca fizemos antes. Nós realmente nós empenhamos nisso nesse disco. Eu tinha muitos sentimentos durante a gravação, como "Quem sou eu? O que eu sou? Eu sou o guitarrista certo para essa banda? Eu sou bom o suficiente?" Foi um desses álbuns, sabe. Eu me questionei em todas as fases, porque eu me pressionava.  E graças a Deus que eu era, porque se não eu poderia ficar muito confortável. É importante se colocar fora da zona de conforto, de vez em quando.
I Like It Heavy
Nós realmente gostamos do pesado, cara! Nós crescemos com Lemmy, Ozzy e Zeppelin, e nós queríamos trazer isso no final do álbum. Uma grande música 'heavy' como Sabbath ou Zeppelin, tem um lado emocional. O peso vem do groove e as letras. Não se trata de distorção e dos gritos. Nós não estamos falando desse som pesado. É mais sobre o peso do esmagamento de alma, você sabe? Tentamos cerca de três ou quatro versões diferentes desta música no estúdio para descobrir qual caminho parecia o melhor. No final, essa versão com cara de blues, com o bom e velho rock clássico pareceu a melhor forma de tocar. É uma ótima música para tocar ao vivo, e uma grande canção de rock and roll para terminar Into The Wild Life.

TPR: Taylor Momsen fala sobre álbum acústico e novos projetos

By : Sara Sthefany
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Parece que a The Pretty Reckless abandonou seus planos de gravar um álbum acústico, com a justificativa de que eles estiveram muito ocupados em turnê para encontrar um tempo para trabalhar nisso.

A vocalista da The Pretty Reckless, Taylor Momsen, falou pela primeira vez sobre gravar um álbum acústico ano passado, dizendo a uma emissora de uma rádio da Carolina do Norte que a banda havia gravado “uma versão acústica de um medley”. Ela acrescentou: “É assim que escrevi as músicas originalmente, por isso é uma forma de olhar dentro, olhar a forma como o Going To Hell realmente começou: Acusticamente.”

Mas em uma nova entrevista para Brandon Woolum, Momsen revelou que não tem havido nenhum “update” sobre a liberação acústica proposta. Ela explicou: “Eu não sei se realmente vai acontecer, tem sido tão caótico. É algo que eu queria fazer, mas nós apenas não temos tido tempo para fazê-lo realmente.”

Momsen também falou sobre o progresso das sessões de composição para o sucessor de “Going To Hell”. Ela disse: “Eu estou sempre anotando ideias, mas eu realmente não tendo a escrever na estrada, porque você nunca está sozinho e eu preciso de isolamento. Então a carne real do material vem quando eu chegar em casa, depois de toda a turnê é feito. Mas sem nenhuma pressão. Eu acho que apenas “auto pressão”, mas não… Nós fazemos algo que gostamos e espero que outras pessoas gostem disso também. Isso é o que nós sempre fazemos.”

The Pretty Reckless lançou seu álbum de estréia, “Light Me Up”, em 2010, e seguiu-o com “Going To Hell”.

Going To Hell rendeu três #1 com Heaven Knows, Messed Up World e Follow Me Down, tornando a The Pretty Reckless a primeira banda com vocalista mulher a ter três singles #1 consecutivos.


TRADUÇÃO: TAYLOR MOMSEN BRASIL

NIGHTWISH EM SP: INGRESSOS QUASE ESGOTADOS!

By : Suh Oliveira



Os ingressos para apresentação da banda Nightwish em São Paulo estão próximos do fim. De acordo com informações da Ingresso Rápido, esgotaram-se ingressos para setores camarote, frisa e cadeira alta, assim como o 1º lote de pista, restando apenas o 2º lote de pista normal (R$ 240,00 inteira, R$ 120,00 a meia-entrada) e a vip (R$ 380,00 inteira, R$ 190,00 a meia-entrada).

A banda que possui apresentação agendada para o Rock In Rio em setembro, assim como shows em outras cidades do Brasil, está em plena tour de divulgação de “Endless Forms Most Beautiful, primeiro trabalho inédito com a nova vocalista Floor Jansen (ex After Forever, também vocalista de ReVamp), inspirado principalmente pelo trabalho do naturalista Charles Darwin. O álbum também marca a estreia de Kai Hahto na bateria, como músico convidado, e conta com as participações especiais de Richard Dawkins (narração), Pip Williams (arranjos orquestrais e condução) e Metro Voices (coro).

NIGHTWISH EM SÃO PAULO
Data: 26 de setembro de 2015.
Local: HSBC Brasil.
Rua Bragança Paulista, 1281 – Chácara Sto. Antônio – São Paulo/SP.
Lotação: 4.000 pessoas.
Classificação: 14 Anos.

PREÇOS

Camarote – Meia / ESGOTADO
Frisas – Meia / ESGOTADO
Cadeira Alta – Meia / ESGOTADO
Pista Vip – Meia / R$  190,00
Pista 2° Lote – Meia / R$  120,00
Camarote /  ESGOTADO
Frisas /  ESGOTADO
Cadeira Alta / ESGOTADO
Pista Vip / R$  380,00
Pista 2° Lote / R$  240,00



Ponto de Venda Sem Taxa de Conveniência: Bilheteria HSBC Brasil.
Endereço: Rua Bragança Paulista, 1281 – Chácara Santo Antônio – São Paulo/SP.
Horário de atendimento: De segunda a sábado das 12h às 22h; domingo e feriado das 12h às 20h.
Na internet: http://www.ingressorapido.com.br/Evento.aspx?ID=40280

Meia entrada: Fundamental, Médio, Superior ou Pós-graduação, esclarecemos que a venda de meia-entrada é direta, pessoal e intransferível e está condicionada a apresentação dos documentos na entrada do espetáculo.
Mais informações: www.hsbcbrasil.com.br

Mais informações:
http://www.hsbcbrasil.com.br/nightwish

FONTE: METAL REVOLUTION

Tarja em entrevista para o Iltalehti: “Sem Marcelo, eu estaria no fundo do poço.”

By : Suh Oliveira




Tarja Turunen, foi entrevistada recentemente pelo Iltalehti, confira abaixo na íntegra, a entrevista traduzida pelo FC brasileiro Tarja Brasil.

“Sem Marcelo, eu estaria no fundo do poço.”

A força do amor entre Tarja e Marcelo foi testada pela primeira vez em Helsinki, num apartamento com um único cômodo.
Tarja, 22, engoliu as próprias lágrimas. Ela estava com Marcelo Cabuli no meio de um café, num aeroporto da Cidade do México.
Normalmente, chorar poderia ser vergonhoso para Tarja. Agora, os sentimentos estavam à flor da pele. Ela não sabia quando veria Marcelo novamente.
Eles haviam se conhecido no Chile, Santiago, três semanas antes. Trabalhando como produtor, Marcelo estava guiando Tarja e os outros membros do Nightwish para o hotel.
Mais tarde, naquele dia, Tarja voltou sua atenção, no hotel em que estavam almoçando, para Marcelo, que estava calmo e pensativo. Até aquele momento, a imagem que ela tinha dos sul-americanos era diferente.
Nas semanas seguintes, Tarja se habituou ao jeito dos latino-americanos. No meio de toda aquela correria, o produtor teve tempo para se certificar de que a cantora finlandesa estava bem. Marcelo fez Tarja se sentir segura. Aos poucos, sentimentos começaram a desenvolver-se.
“Eu me apaixonei pela habilidade do Marcelo em ouvir e estar presente,” diz Tarja, 15 anos depois.
Depois da tour no Panamá, os dois saíram pela primeira vez para tomar um café. Tarja não conseguia mais dormir por causa da quantidade de emoções. A tour no México havia acabado. Depois disso, Tarja e Marcelo despediram-se.



Num pequeno quarto de apartamento

Tarja nunca imaginou que o amor poderia ser encontrado no trabalho. Algumas semanas antes das despedidas, Marcelo foi à Finlândia. Por alguns meses, Tarja viveu numa pequena casa com um único quarto, em Helsinki. Ela havia saído respeitosamente de um longo relacionamento e não acreditava estar pronta para socializar.
“Eu pus Marcelo em algumas situações difíceis durante aquele mês. Eu testei a paciência dele. Eu não o fiz entender que a vida em comum poderia começar imediatamente.”
De qualquer forma, o sentimento era tão forte que Tarja logo se rendeu. Ela havia tido experiências desagradáveis nos relacionamentos anteriores e havia se sentido incapaz de fazer o que desejava. Marcelo esteve ao lado dela quanto ela era ela mesma.
Diferenças culturais se refletiam, primeiramente, no fato de que se Tarja queria tomar uma taça de vinho com um amigo, Marcelo queria ir, no meio da noite, buscar sua esposa.
“Eu percebi, depois do estágio inicial do relacionamento, que Marcelo queria saber que tudo estava em ordem. A cultura finlandesa de bar é diferente da Argentina. Para ele, era uma grande mudança.”
Nos anos seguintes, eles se viam uma vez a cada dois ou três meses.
“Foi uma época maravilhosa. Nós éramos maravilhosos juntos. Marcelo me leva em consideração e me encoraja. Isso não mudou em 15 anos.”



Juntos, o tempo todo.

Depois do casamento, o casal decidiu estar junto o tempo todo. Marcelo tornou-se o empresário de Tarja e viajou com o Nightwish. Ela reconhece que o stress e o fato de estarem sempre juntos pode ser cansativo, mas seu esposo é capaz de lhe dar espaço.
“Podemos ter conflitos, conversamos e lidamos com isso.”
A limpeza é responsabilidade de Tarja. Marcelo cozinha para os amigos e ajuda a tomar conta de sua filha, mas o aspirador de pó não é seu amigo.
“Sim, ele faria isso, se eu pedisse. Eu gosto de manter a casa limpa. Não há nada melhor que arrumar o quintal. É uma terapia diária.”



Uma vida de cão

O esposo se manteve próximo a ela mesmo quando Tarja e o Nightwish separaram-se após nove anos no outono de 2005.
“Eu apanhei da vida bastante. Não sei onde é o fundo do poço, mas, sem Marcelo, é onde eu estaria. Marcelo sempre esteve lá quando precisei. Eu sabia que, na melhor ou na pior, esse homem estaria ao meu lado em todas as situações. Nós temos uma vida em comum.”
Depois disso, Marcelo gostaria de permanecer na Finlândia, mas, lá, Tarja se sentia sufocada. Tanto, que precisou sair do país. O lar dela, há 10 anos, tem sido Buenos Aires.
“Eu precisava partir. Não havia opções. Tem sido fantástico ver como a Argentina me adotou e como eu me aproximei de outra cultura.”
Morte da mãe, a pior experiência
A pior parte para Tarja foi a morte da sua mãe, que morreu de câncer, em 2003. A mãe dela tinha 53 anos.
“A morte da minha mãe foi a coisa mais difícil que aconteceu na minha vida pessoal. Mesmo que eu estivesse preparada para isso, nunca serei capaz de absorver essa história triste. Nós éramos tão próximas...eu não queria deixá-la ir.”
Tarja tentou afogar a tristeza no trabalho e nos estudos. Ela fez mais do que era capaz.
O número da mãe permaneceu no celular dela por muito tempo, pois, para ela, removê-lo era difícil. Tarja sempre ligava primeiro para sua mãe caso algo acontecesse. Agora, ela não tinha ninguém para fazer isso. Quando ela, finalmente, foi capaz de deletar o número, sentiu-se leve. Hoje, ela capaz de olhar as coisas a partir de outra perspectiva. Ela percebeu que, em muitas coisas, é semelhante à mãe.

“A aparência diz muito. Às vezes, fico assustada com o quanto o pareço com minha mãe. Quando chegava do trabalho, ela sempre utilizava o restante de energia com o aspirador de pó. Éramos três crianças, mas, em casa, não havia nenhuma partícula de poeira. Eu sou da mesma maneira.”.



Bons pais, boa criança

Há dois anos e meio, a vida do casal mudou novamente. Naomi nasceu. Os irmãos de Tarja a preveniram a respeito da mudança que uma criança causa.
“Ser pais nos aproximou. Nós aproveitamos o tempo inteiro.”
“Antes do nascimento da nossa filha, fazíamos grandes mudanças em nossas vidas em apenas dois dias. Agora, decisões não são tomadas tão rapidamente. Precisamos pensar no futuro da nossa filha.”
Até agora, Naomi tem sido uma criança calma que dorme a noite inteira. As constantes viagens não têm sido um problema para ela. No “The Voice of Finland”, Naomi montava figurinos e mexia nas jóias.
Uma babá nos acompanha durante as turnês, então Naomi tem bastante atenção.



Vida abençoada

Turnês com a família, com o tempo, tornaram-se comuns. Por exemplo, no dia antes desta entrevista, a família viajou por três semanas com amigos para Antigua, onde Tarja está ensaiando para a turnê clássica e preparando um novo cd de rock. Em maio, haverá outra turnê russa antes de Tarja retornar ao Caribe para gravar um disco durante todo o verão. As partes da orquestra serão gravadas em Los Angeles. Em setembro, ela retornará à América Central para a Colours In The Road.
Tarja retornará para a Finlândia em Outubro, para continuar como técnica do The Voice Of Finland, junto a Michael Monroe, Olli Lindholm e Redrama.

“Viajar parece cansativo, mas temos uma vida abençoada. Nós precisamos estar juntos. Até aqui, não fomos afetados por essa situação, pelo contrário; desejamos estar juntos constantemente.”

Daqui a alguns anos, talvez os negócios de família mudem. Quando Naomi começar a ir à escola, Marcelo ficará em casa e Tarja sairá em turnê sozinha.
“Será uma grande mudança em nossas vidas, mas não nos preocupamos com isso. Acredito que tudo tem uma razão.”

TRADUÇÃO: TARJA BRASIL

Semblant: banda lança clipe de What Lies Ahead

By : Sara Sthefany
Banda de metal curitibana que tem como vocalista feminina a deusa Mizuho Lin tirou de letra no video de What Lies Ahead com um clima totalmente fantasmagórico e uma referência clara ao álbum Lunar Manifesto primeiro álbum da banda cantado por Mizuho, final eletrizante por conta de Sérgio Mazul (as vozes bizzaras, como ele se descreveu no encarte do álbum).
A banda não deixa nada a desejar em nenhum aspecto e te conduz para uma atmosfera sem igual. Coisa de outro mundo mesmo, confira essa super produção:



http://www.facebook.com/semblantband
http://www.semblant.com.br

:: This is the official video of "What Lies Ahead", the new single of LUNAR MANIFESTO which you can get here: 

http://www.shinigamirecords.com/loja/...


:: Video produced by:

- Alceste Ribas -- http://www.vampvideo.tv/


:: LUNAR MANIFESTO:

1. Incinerate
2. Dark of the Day
3. WHAT LIES AHEAD
4. THE SHRINE
5. Bursting Open
6. Mists Over the Future
7. The Hand the Bleeds
8. Selfish Liar
9. Ode to Rejection
10. The Blind Eye
11. Scarlet Heritage (Legacy of Blood pt III)

:: Band is:

- Mizuho Lin - Female Vocal
- Sergio Mazul - Male Vocal
- J Augusto - Keyboards
- João Vitor - Bass
- Sol Perez - Guitar
- Juliano Ribeiro - Guitar
- Welyntom "THOR" Sikora -- Drums

:: Produced and Engineered by:

- Adair Daufembach in Daufembach Studio, São Paulo/SP between 2013/2014


::Released by:

- Shinigami Records, 2014 -- http://www.shinigamirecords.com.br

Evanescence: Banda Folk-e faz cover de Bring me To Life

By : Sara Sthefany
Um cover super inusitado e autêntico de Bring Me To Life deixou a música totalmente com jeitinho de coisa nova! Misture charme e folk e teremos a Folk-e, banda que tem como vocalista a Barbacenence Lívia Leite, confira o cover:


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